POMBAL

POMBAL
BANDEIRA DA CIDADE DE POMBAL

POMBAL

POMBAL
VISTA A PARTIR DO CASTELO DE POMBAL DO LADO NOROESTE DA CIADE.

UM POUCO DA MINHA TERRA

UM POUCO DA MINHA TERRA
Vista da parte Oeste da cidade com a Zona Industrial ao fundo

UM POUCO DA MINHA TERRA - (POMBAL)

UM POUCO DA MINHA TERRA  - (POMBAL)
Vista aérea da parte Sul de Pombal.

UM POUCO DA MINHA TERRA. (POMBAL)

UM POUCO DA MINHA TERRA. (POMBAL)
Vista aérea da parte centro-este de Pombal

UM POUCO DA MINHA TERRA. (Pombal)

UM POUCO DA MINHA  TERRA. (Pombal)
Museu Marquês de Pombal (Antiga Cadeia)

UM POUCO DA MINHA TERRA (POMBAL)

UM POUCO DA MINHA TERRA (POMBAL)
Pombal shopping

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

NOVO RUMO



(foto google)

NOVO RUMO


O  vento dorme, o mar e as ondas jazem,
De novo o sol e a aurora trazem,
Novos caminhos, um novo rumo,
Um coração aberto, a este novo mundo,
Outrora quase perdi, esta força humana,
Que me atraiçoa e de novo engana,
As lágrimas que em vão, caídas vejo,
Sendo tu, todo este meu desejo,
Essa ferida, que atingiu este meu peito duro,
Este céu que chorou, e se fez escuro,
Noite linda, aquela prometida,
De longe corri como doido, para a despedida,
D'esse corpo e d'esses olhos belos,
Beijando-te a face e os cabelos,
Estendes-me os braços, nesse gesto lindo,
Meu corpo te entreguei, nunca de ti desistindo,
Toda esta mágoa, meu coração apertava,
Desejando, ter nos braços, quem amava,
Sendo meu amor por ti, um oceano,
Como pude merecer, tamanho desengano !
Grande era também, esta minha cegueira,
Mas para te esquecer, buscarei maneira,
Se minha simples presença, não te agrada,
Como se fosse, pedra, nuvem, sonho ou nada,
A Deus peço, para esquecer esta ilusão criada,
Bebendo lágrimas como água salgada,
Do que esperava, já desesperado,
Acabo perdido, desiludido  e cansado,
Tomando novo rumo e dizendo-te...
........................................Adeus.


Norberto Marques


domingo, 27 de setembro de 2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A MORTE DE INÊS



A MORTE DE INÊS


Que direi ? Que farei ? Que clamarei ?
Ò fortuna !Ò crueza!Ò mal tamanho !
Ó minha Dona Inês, ó alma minha,
Morta m' és tu ? Morte houve tão ousada,
Que contra ti pudesse ? Ouço-o e vivo ?
Eu vivo e tu és morta ? Ó morte crua !
Morte cega, mataste minha vida,
E não me vejo morto ? Abra-se a terra,
Sorva-me num momento, rompa-s' alma,
Aparte-se de um corpo tão pesado,
Que ma detém por força !
        Ah ! minha Dona Inês, ah ! ah! minh'alma
Amor meu, meu desejo, meu cuidado,
Minh' esperança só, minh' alegria,
Mataram-te ? Mataram-te ? Tua alma
Inocente, fermosa, humilde e santa
Deixou já seu lugar ? Ah ! de teu sangue
S'encheram as espadas ? De teu sangue ?
Que espadas tão cruéis, que cruéis mãos ?
Ah ! Como se moveram contra ti ?
Como tiveram forças, como fios
Aqueles duros ferros contra ti ?
       Como tal consentiste, Rei cruel ?
Inimigo meu, não pai, inimigo meu !
Porque assim me mataste ? Ó leões bravos !
Ó tigres ! Ó serpentes ! que tal sede
Tínheis deste meu sangue ! Por que causa
Vos não vínheis em mim fartar vossa ira ?
Matáreis-me e vivera. Homens cruéis
Porque não me matastes ? Meus imigos,
Se mal vos merecia, em mim vingáreis
Esse mal todo. Aquela ovelha mansa,
Inocente, fermosa, simples e casta,
Que mal vos merecia ? Mas quisestes
Como imigos crueis buscar-me a morte,
Não da vida, mas d' alma. Ó céus que vistes
Tamanha crueldade, como logo
Não caístes ? Ó montes de Coimbra,
Como não sovertestes tais ministros ?
Como não treme a terra e s' abre toda ?
Como sustenta  em si tão grã crueza ?

António Ferreira, castro



TU



TU  


Manhã de neblina,
Minha alma franzina,
Fogo do meu corpo,
Que me mantém absorto,
Tua boca de alperce,
Na minha, que perece,
Minha aurora dourada,
Onde minha alma sossegada,
Se revolta e engrandece,
Minha estrela cintilante,
Que ilumina este momento distante,
Meu farol ao anoitecer,
Razão do meu viver,
Despertar deste meu sofrer,
Meu girassol aos molhos,
Onde se perderam os meus olhos,
Meu sol ardente,
Envolvido em luz tremente,
Lentamente, lentamente,
Tão somente.....
.............................tu !




Norberto Marques





PORQUÊ ?







PORQUÊ ?


Porque se escondeu o sol ?
Porque secaram as fontes ?
Porque se acabou a paz ?
Porque não floriram os montes?
Porque não foste mais audaz ?
Porque perdeu o Arco-íris as suas cores ?
Porque morreram as flores ?
Porquê tamanha tristeza ?
Porquê do dia se fez noite ?
Porquê essa enorme beleza ?
Porque tanto te amei ?
Porquê toda esta esperança ?
Porquê tanto por ti chorei ?
Porque não me sais da lembrança ?
Porque feriste o meu coração ?
Porque vivo nesta ilusão ?
Porquê este imenso sofrimento ?
Porque continuas no meu pensamento ?
Porque chegou esta agreste solidão ?
Porquê ? Porquê ?
Porque não levantas os olhos do chão ?
Quero ver o nascer do sol !
Meu Amor !!!.......Porquê ?


Norberto Marques



sexta-feira, 18 de setembro de 2009


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Beijos e Abraços para todos.


terça-feira, 15 de setembro de 2009

SOZINHO




SOZINHO

Deixaste-me sozinho ....
Naquele lugar onde um dia te aprendi a amar...
Desfizeste-me e nunca me quiseste reconstruir...
Tive que sobreviver sozinho...
Esperando o dia em que te voltaria a ver...
Pensando que um dia...
Quando fosse feliz, talvez poderia...
Ser eu próprio outra vez....
Nunca vieste...
Mas nunca esqueci o teu rosto...
As tuas palavras...
Os teus lábios...
Todas as noites pensei em ti...
Cravei com as minhas unhas o teu nome...
Usando o sangue que derramava do meu peito...
Olhando as estrelas, perguntei-lhes por ti...
Pensando em ti...
Pensando que estarias a pensar em mim...
Enganei-me  redondamente...
Agora pago o meu erro...
Nas lágrimas que dou ao vazio....
Tanto que gostava de estar na escuridão...
Pois agora o vazio que me percorre...
Faz pior ao meu pobre coração...
Onde estás ?
Onde estás ??
Onde estás ???
Talvez..........
Só na minha ............
....................................loucura.


Norberto Marques





sábado, 12 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

PARTIDA


PARTIDA


A lágrima corre de dor
Surge um sorriso desmaiado
Um adeus dito de cor
Um coração arrancado
A tristeza da partida e do fim
Um recomeço por iniciar
O esforço do que se deu, enfim...
Que acaba por abalar
E parto em busca de abrigo
Na noite a chorar minha dor
Partindo deixo contigo
O que fui aqui...
Deixo o amor.


Norberto Marques